Fikções, opinadelas e cenas que tais

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Google +

Seguindo os pinpoints de alguns amigos dei comigo a experimentar finalmente o Google+. As primeiras impressões prometem, e de que maneira. Assim, de rajada e sem aquecer tem todas as potencialidades para rivalizar e amorfanhar o FB, mas chegará a tal facto? Alguns comentários:

- esperemos que o beta mode seja bem gerido desta vez, todos sabemos como normalmente correm estes períodos de teste da Google...;
- esperemos que a massificação pegue ou nada feito, fracasso certo como aconteceu com o wave (outra boa ideia) e isto implica amplamente o ponto anterior;
- a aspecto "intuitivo" seja um nada mais claro, não me parece à primeira suficientemente imediato nem esclarecedor, mas fazendo rewind já o FB teve os seus quês neste aspecto;
- e espero, espero mesmo! Que saia uma app de "jeito" para iph4, que pise literalmente a app FB. No entanto é de notar que a web app já está bastante jeitosa.

Nota-se nitidamente que o G+ nasce do conceito de várias ideias e especialmente do defunto Wave, que na altura surgiu como uma ferramenta que viria substituir o conceito de email, muito mais interactivo e rico, a ideia Wave era muito boa mas perdeu-se no nevoeiro do estado das coisas da altura, e tenho quase a certeza que rebentou pelo facto de não ter saído do tal "beta mode", não percebo este tipo de testes fechados, o ppl nunca chega a arrancar como deve ser no produto, por definição, é a massificação "popular", o "going viral" aliado à qualidade que tornam estas bombas sucesso imediato, o povão decide, naturalmente. O G+ parece-me entretanto que perde um pouco (em minha opinião) na informação imediata, de tudo, de todos e nas origens de serviços de informação que ainda serão fruto do decorrer do tempo, julgo eu, mas talvez seja de mim pois não seria a primeira vez, as coisas com o tempo irão desabrochar concerteza. Ah! A ideia dos círculos está fenomeno, simples, eficaz e tirada directamente do wave, o melhor que tinha, lesson learned here! Bem metida!

De resto o G+ está castiçolas sim senhor, está muito lá e aconselho vivamente um try out, nasceu um verdadeiro peso pesado nas redes sociais (novamente), e com força suficiente para destronar o Facebook. Destronará? Só o tempo e o bom senso dirá! No que toca à minha opinião... hope so!


Check it OUT!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Crysis 2



Crysis 2 está brutalmente abrutalhado, tão mas tão brutal gráficamente que consegue abafar uns tantos bugs técnicos mas pouco relevantes e um argumento original que talvez merecesse mais contundência.

Em relação ao 1 o jogo afunilou para um modo de missão alinhavada apesar de ter bastantes opções diferentes de abordar os pontos chave, tacticamente criativas. Mas o busílis, o que está muito lá, o que faz andar o motor... é controlar o nanosuit 2.0, muito mais intuitivo, permitam-me o devaneio mas é uma ganda MOCA. Vénias a este facto, um gozo que há muito não andava por cá.


9.

terça-feira, 21 de junho de 2011

GAME OF THRONES

E depois há coisas assim, coisas que se erguem muito acima do comum, a milhas da mais ou menos mediocridade que nos invade os sentidos todos os dias. Há coisas, perfeitas, pérolas, que nos fazem maravilhar, que nos encantam, nos deixam estarrecidos por completo. Assim é Game of Thrones, a já mítica série da HBO sobre o 1º livro de George R.R. Martin "a Game of Thrones" que integra a Saga "a Song of Ice and Fire" é tão bom que nos leva continuamente a questionar se o que acabamos de ver alguma vez poderia ter sido tão bem adaptado e é real, épico I say. Deixa-nos de boca aberta de episódio a episódio, hipnotizados pelo seu desbobinar e entrelaçar de enredo fabuloso, absolutamente fabuloso. Sidera, arrebata, leva-nos ao colo, atira-nos contra a parede, mói e volta a siderar, impressionante, mesmo para quem já leu e digeriu a saga, é desta matéria que se fazem as grandes obras, as que são lembradas e relembradas por muitos e bons anos, tomadas como referencia incontornável. Há coisas assim meus caros, coisas que fazem brotar o brilhozinho nos olhos e nos leva a pensar o quão violento irá ser aguentar a chegada da segunda temporada. Indeed, Winter is Coming....


Hail to George R.R. Martin! Hail to HBO! Hail to David Benioff! Hail to D.B. Weiss! E já agora, Hail to Ned Stark ao ter dado a vida por um dos momentos de televisão mais estarrecedores de que me lembro! Ganharam um fanboy! Todos eles!
10.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

45000€ por dia (sim, leste bem, quarenta e cinco mil euros)

Ó pra ele a rir-se pra todos nós!
45 000€ por dia. É obra!

Mário Branco cantava, faz uns anitos"Qual é a tua ó meu?..." E já agora... qual é a 'vossa'?... Então fiquem-se lá com a 'dele'... (a do senhor Silva...! Fiquem bem... se for caso disso...)

45 mil euros por dia para a Presidência da República.

As contas do Palácio de Belém

Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano

(163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português;

Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus

12 assessores e 24 consultores,

bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.

A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.

Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva

entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa,

gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros)

sendo apenas ultrapassado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros)

e pela Rainha de Inglaterra, Isabel II, que 'custa' 46,6 milhões de euros anuais.

E tem o senhor Aníbal Cavaco Silva,

a desfaçatez de nos vir dizer que "os sacrifícios são para ser 'distribuídos' por todos os portugueses"...

... 'Atão' tá bem ó meu! ...

(...? E não se pode 'privatizar' a Presidência da República ?...)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tucker & Dale Vs. Evil

Tucker & Dale Vs. Evil, de Eli Craig (2010) é um low budget descomplexado apresentado no último Sundance e que pela sua aceitação inicial o tinha reservado para ver quando disponível, a par de uns tantos outros. Desprendido de qualquer pressão exterior é desbobinado numa estrutura completamente diferente onde as diferentes e opostas partes estereotipadas intervenientes do filme vêm o mal extremo entre elas. Interessante ponto de vista e hilariante q.b., acima de tudo divertidamente sanguinário:). Diria mesmo uma lufada de ar fresco num género mais que batido mas que por uma ou outra razão e de quando em vez dá sempre vontade de fazer uma visitinha relâmpago ao género.


7.